sexta, 15 de dezembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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NUSO

alunida A América Latina não é Chapeuzinho Vermelho

Por Alejandro Frenkel | 25/10/2016

Analisar os processos de integração regional a partir das prioridades estadunidenses não é a única nem a mais importante variável para entender o auge e o declínio dos processos políticos na região

Nos últimos meses, a Organização dos Estados Americanos (OEA) parece haver recobrado seu protagonismo como espaço para tratar os conflitos regionais. Por exemplo, as intervenções do secretário-geral Luis Almagro sobre a situação na Venezuela obrigaram os Estados da região a ativarem suas diplomacias para discutir o tema no seio do organismo. Soma-se a isso o pedido de explicações da instituição interamericana ao governo de Michel Temer sobre o processo de impeachment a Dilma Rousseff (pedido feito, ademais, a instâncias do Partido dos Trabalhadores).

ALAINET

fracking-in-the-uk A financeirização da natureza e suas consequências geopolíticas

Por Monica Bruckmann | 14/10/2016

A utilização do fracking permitiu aos EUA articular uma nova ofensiva política para desestabilizar os governos da latino-americanos que buscaram uma gestão soberana de seus recursos naturais

A análise econômica e política dos recursos naturais nos conduz, inevitavelmente, a uma questão central do capitalismo contemporâneo: a financeirização da natureza que converte os bens naturais em commodities, criando um amplo campo de acumulação financeira que cresce de maneira espetacular.

IMPERIALISMO

Império na ofensiva

Por Igor Fuser | Brasil de Fato | 11/08/2014

Na América Latina, o imperialismo se encontra em ple­na ofensiva para destruir o campo político progressista que tem como expressões mais importantes a Venezue­la, a Argentina e o Brasil

Em 1992, no contexto do fim da Guerra Fria e da vitória militar dos Estados Unidos sobre o (...)

BRICS

Banco de los BRICS : una etapa hacia la reforma del sistema monetario internacional

Por Michel Aglietta | Pressenza | 07/08/2014

Lo que está en juego es poner a los EEUU en situación de ser obligados a aceptar la negociación.

“Ótimo artigo de Michel Aglietta sobre o Banco dos BRICS. A lembrança da estratégia chinesa de diversificação das reservas – buscando fugir da (...)

ARGENTINA

¿Cuáles son ahora las alternativas para Argentina?

Por Jorge Marchini | CIGES | 01/08/2014

El establishment ha impuesto nuevamente la idea que no habría otra opción para Argentina que aceptar el fallo del juez de Nueva York Thomas Griesa a favor del reclamo multimillonarios de fondos de inversión especulativos que exigen el pago completo más intereses acumulados de títulos de deuda que fueron comprados a precio de liquidación, a una fracción del valor nominal, en el momento que el país sufrió una gran crisis financiera a principios de siglo[i] .

VI CÚPULA DO BRICS

Xô, abutres! Sobre um encontro histórico

Por José Renato Vieira Martins | Carta Maior | 21/07/2014

Nos últimos 200 anos nunca estivemos tão próximos de reverter a dependência financeira que historicamente caracterizou a região.

O encontro BRICS / UNASUL deu um chega pra lá nos abutres, os fundos especulativos internacionais cujo ataque à Argentina visa a fragilizar (...)

CARTA MAIOR

O Mercosul e a Vaca Morta

Por José Renato Vieira Martins | 26/06/2014

Interesses muito poderosos estão por trás de tudo o que diz respeito ao petróleo. Os Estados Partes do Mercosul deveriam se precaver sobre isso.

CARTA CAPITAL

Quanto mais participação social, melhor

Por Roberto Amaral | 19/06/2014

Entre os recursos democratizantes desejáveis, está a consulta popular permanente que abra caminho para que o cidadão participe do processo decisório, e não só na fiscalização da aplicação de verbas

O constituinte de 1988 foi sábio na redação do parágrafo único do artigo 1.º de nossa Constituição ao afirmar que “Todo o poder emana do povo (...)

LE MONDE DIPLOMATIQUE BRASIL

Na América Latina, a direita procura inventar um discurso social

Por Grace Livingstone | 05/05/2014

A Colômbia elege no fim de maio um novo mandatário. Um candidato próximo ao ex-presidente Álvaro Uribe enfrentará o atual chefe de Estado, Juan Manuel Santos. A ruptura entre os dois, antigos aliados, reflete uma outra, maior, no seio da direita latino-americana que tateia para tentar reverter o domínio regional