tera, 22 de agosto de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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NUSO

alunida A América Latina não é Chapeuzinho Vermelho

Por Alejandro Frenkel | 25/10/2016

Analisar os processos de integração regional a partir das prioridades estadunidenses não é a única nem a mais importante variável para entender o auge e o declínio dos processos políticos na região

Nos últimos meses, a Organização dos Estados Americanos (OEA) parece haver recobrado seu protagonismo como espaço para tratar os conflitos regionais. Por exemplo, as intervenções do secretário-geral Luis Almagro sobre a situação na Venezuela obrigaram os Estados da região a ativarem suas diplomacias para discutir o tema no seio do organismo. Soma-se a isso o pedido de explicações da instituição interamericana ao governo de Michel Temer sobre o processo de impeachment a Dilma Rousseff (pedido feito, ademais, a instâncias do Partido dos Trabalhadores).

ALAINET

fracking-in-the-uk A financeirização da natureza e suas consequências geopolíticas

Por Monica Bruckmann | 14/10/2016

A utilização do fracking permitiu aos EUA articular uma nova ofensiva política para desestabilizar os governos da latino-americanos que buscaram uma gestão soberana de seus recursos naturais

A análise econômica e política dos recursos naturais nos conduz, inevitavelmente, a uma questão central do capitalismo contemporâneo: a financeirização da natureza que converte os bens naturais em commodities, criando um amplo campo de acumulação financeira que cresce de maneira espetacular.

NODAL

O Mercosul volta às suas raízes

Por Federico Larsen | 13/05/2016

Mais do que articulações de fora, o principal fator para a falta de concretude da integração regional foi a falta de vontade política dos governos sul-americanos

Ao completar seus 25 anos, o bloco regional volta a se aproximar das lógicas livre cambistas com as quais nasceu, após uma década na qual não conseguiu deixar sua marca indelével.

ALAINET

A fratura geopolítica da América do Sul começa no Brasil

Por Rafael Bautista | 05/05/2016

Desconectar o Brasil supõe barrar um ingresso mais autônomo da América do Sul na nova cartografia tripolar, e é essa a função geopolítica do 'impeachment'

Se a diplomacia aberta é esboçada para o consumo informativo (pois algo precisa ser informado), a política exibida midiaticamente é concebida para modelar a opinião pública. Nenhuma tem, como missão, orientar e, menos, gerar uma relação crítica com os fatos políticos (o novo circo romano é virtual). O que se informa não contém nada que não seja o permitido pela função atribuída, ou seja, o que se sabe é apenas o que uma administração seletiva de informação permite saber (este controle, é claro, não é de todo perfeito; seu êxito é proporcional ao grau de domesticação produzida). A interpretação dos fatos políticos é, desse modo, circunscrita dentro das margens permissíveis que estabelece um poder estratégico que sabe a importância da manipulação da informação.

CARTA CAPITAL

Sobre a imagem do Brasil

Por Celso Amorim | 03/05/2016

O que denigre o País no exterior não é uma "campanha" para desacreditá-lo. São os fatos internamente produzidos

Há uma nova obsessão com a imagem do Brasil. Parlamentares e editorialistas revelam grande preocupação com os efeitos que discursos e entrevistas da nossa presidenta (quando escrevo, Dilma Rousseff ainda é a presidenta do Brasil e espero que assim continue ou volte a ser, quando o processo se completar) possam ter na visão que os estrangeiros, naturalmente os dos Estados Unidos e Europa, têm do nosso país.

OPERA MUNDI

Mercosul completa 25 anos com desafio de superar novo momento de estagnação

Por Bruno Pavan | 12/04/2016

Projetos de integração só serão retomados e revitalizados se a esquerda sul-americana for capaz de derrotar a ofensiva das elites locais e do imperialismo, diz professor da UFABC

O dia 26 de março de 1991 já mostrava um mundo unipolar e globalizado após a queda do muro de Berlim e da União Soviética. Nesse dia, em Assunção, Brasil, (...)

OUTRAS PALAVRAS

O Brasil no epicentro da Guerra Híbrida

Pepe Escobar | 04/04/2016

A marcha em direção à Guerra Híbrida é basicamente sobre a mobilização de algumas famílias ultra ricas, da compra de grandes parcelas do Congresso e do controle dos meios de comunicação

Revoluções coloridas nunca são demais. Os Estados Unidos, ou o Excepcionalistão, estão sempre atrás de atualizações de suas estratégias para perpetuar a hegemonia do seu Império do Caos.

AGÊNCIA PÚBLICA

Sede de África

Por Eliza Capai, Marina Amaral e Natalia Viana | 24/03/2016

A atuação das multinacionais brasileiras na África é uma questão em grande parte nova no País, que pode ser aperfeiçoada

É um Celso Amorim informal o que nos recebe em seu apartamento em Copacabana, iluminado pela tarde de verão. Longe de governos e dos rituais de sua profissão, o ex-chanceler e ex-ministro da Defesa respondeu abertamente às perguntas da Pública com bom humor e pragmatismo. Não assumiu a defensiva nem quando questionado a respeito da relação do país com governos autoritários, como o de Angola.

CARTA MAIOR

Um sinal de apoio do Mercosul ao Brasil

Da Pagina/12 | 23/03/2016

A chanceler argentina revelou os contatos entre chanceleres e a possibilidade da reunião, "apoiamos a presidenta Dilma, que foi eleita democraticamente"

Os chanceleres dos países que integram o Mercosul emitirão uma mensagem conjunta para dar “um sinal de apoio institucional” à presidenta do Brasil, Dilma Rousseff. A ministra de Relações Exteriores, Susana Malcorra, anunciou ontem que “nas próximas horas” poderia se concretizar uma reunião, e esclareceu que se está avaliando realizá-la antes da chegada do presidente (dos Estados Unidos, Barack) Obama, ou talvez por meio de uma teleconferência, para produzir “um sinal de apoio institucional” diante da crise política que o governo de Dilma enfrenta. “Estamos monitorando a situação”, confirmou o chanceler uruguaio Rodolfo Nin Novoa, encarregado da presidência pro tempore do bloco.

JORNAL GGN

O mundo com os olhos voltados para o Brasil e sua democracia ameaçada

Por Sergio Medeiros | 23/03/2016

Moro, ao interceptar e divulgar as conversas da Presidente Dilma, atrai os olhares da imprensa internacional e explicita o caráter político de sua atuação

O mundo com os olhos voltados para o Brasil e sua democracia ameaçada… Sérgio Moro ao interceptar e divulgar as conversas da Presidente Dilma, cometeu um grande erro, erro este que a cada dia se evidencia com mais força, e acabou por catalizar a reação de diversos setores que até então estavam retirados da cena […]