tera, 22 de agosto de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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CHINA

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Transformações exigem política externa ativa: a nova Rota da Seda

Como a China, Brasil precisa apostar de forma ativa em diversificação. Longe de ser estratégia de marketing, são novos tempos que merecem atenção

Recentemente, Beijing sediou o 1º Fórum da Nova Rota da Seda, com a (...)

ALAINET

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Mercosul: do Consenso de Buenos Aires ao Consenso de Assunção

O impasse sobre a presidência do Mercosul foi apenas o primeiro passo para a consolidação de uma estratégia mais robusta sob o signo da restauração conservadora

Em outubro de 2003, em Buenos Aires, ocorreu um encontro entre Néstor Kirchner e Lula que culminou na formatação do mapa de integração sul-americana e do Mercosul pelos dez anos seguintes. O resultado desta reunião conhecida como "Consenso de Buenos Aires" desencadeou uma agenda política regional de signo progressista e articulada em lideranças políticas regionais incontestáveis, atualmente ausentes.

Carta Capital

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A encruzilhada de um Mercosul sem consenso

Mais que uma crise econômica e política, o Mercosul passa por uma crise de democracia, que desafia governos e organizações a dialogar sobre os caminhos que o bloco tomará

Sem se valer de teorias e conceitos, de forma simples, entende-se que consenso é quando duas ou mais partes chegam a um ponto em comum, numa determinada negociação sobre algum tema.

ALAINET

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A crise da democracia no Mercosul: legalidade, confabulações e mentiras

Hoje sopram ventos de violação da democracia, instabilidade e pressões internas e externas para um realinhamento para a direita no bloco

O Mercosul caminha cambaleante para o final deste mês, quando a Venezuela deveria receber do Uruguai a presidência pro tempore do organismo de integração regional, tal como estabelecem os (...)

REBELIÓN

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A agenda perdida do progressismo e a nova onda de mobilizações

Um ciclo histórico que chega ao seu limite pede mudanças estruturais. A voz das ruas ganha um sopro de juventude e esperança de mudança diante dos retrocessos na região latino-americana.

O novo século começou no mundo com fortes mobilizações de distinto caráter mas que podiam ser compreendidas como parte de um movimento contrário à globalização neoliberal.

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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A Fiesp e a política externa de José Serra

Desde 2013, a grande burguesia interna brasileira voltou a apoiar uma política externa de subordinação passiva com o imperialismo.

A política externa foi um instrumento importante dos programas de governo do PSDB e do PT. Em conjunto com as demais políticas (econômica e social) a (...)

MERCOSUL

Assunção-Paraguai, 21/12/2015. Presidenta Dilma Rousseff  durante a XLIX Cúpula dos Estados Partes do Mercosul e Estados Associados. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Mercosul: o que vem agora?

O Mercosul corre um sério risco de tornar-se apenas uma via livre para a estratégia das multinacionais e seu futuro depende do percurso político no Brasil.

A tentativa de golpe no Brasil desencadeou um processo que ameaça (...)

GOLPE E POLÍTICA EXTERNA

Plenário do Senado durante sessão deliberativa ordinária.senador Jorge Viana (PT-AC) à mesa preside sessão.Foto: Beto Barata/Agência Senado

Crise no Brasil e seu impacto regional

Mesmo com rediscussão nos temas de curto prazo, uma possível mudança de governo não deverá afetar os traços de longo prazo da política externa brasileira

Tem sido escrito muito sobre a crise brasileira. Aguçou-se decisivamente em (...)

ALAINET

Brasília - Deputado Paulinho da Força fala durante a sessão para votação da autorização ou não da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no plenário da Câmara (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A fratura geopolítica da América do Sul começa no Brasil

Desconectar o Brasil supõe barrar um ingresso mais autônomo da América do Sul na nova cartografia tripolar, e é essa a função geopolítica do 'impeachment'

Se a diplomacia aberta é esboçada para o consumo informativo (pois algo precisa ser informado), a política exibida midiaticamente é concebida para modelar a opinião pública. Nenhuma tem, como missão, orientar e, menos, gerar uma relação crítica com os fatos políticos (o novo circo romano é virtual). O que se informa não contém nada que não seja o permitido pela função atribuída, ou seja, o que se sabe é apenas o que uma administração seletiva de informação permite saber (este controle, é claro, não é de todo perfeito; seu êxito é proporcional ao grau de domesticação produzida). A interpretação dos fatos políticos é, desse modo, circunscrita dentro das margens permissíveis que estabelece um poder estratégico que sabe a importância da manipulação da informação.

OPERA MUNDI

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Mercosul completa 25 anos com desafio de superar novo momento de estagnação

Projetos de integração só serão retomados e revitalizados se a esquerda sul-americana for capaz de derrotar a ofensiva das elites locais e do imperialismo, diz professor da UFABC

O dia 26 de março de 1991 já mostrava um mundo unipolar e globalizado após a queda do muro de Berlim e da União Soviética. Nesse dia, em Assunção, Brasil, (...)