domingo, 24 de setembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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CRISE E AMÉRICA DO SUL

11/04/2016 - Brasília - DF, Brasil - Reunião da Comissão Especial que vai votar o parecer do relator, (foto) dep. Jovair Arantes (PTB-GO), que recomenda a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff
Data: 11/04/2016. Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

A crise política do Brasil afeta toda a região

Os países da região devem se esforçar para tratar a democracia como um bem público coletivo

O conjunto de irregularidades e a ausência de fundamento jurídico que (...)

AMÉRICA DO SUL

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A visita de Obama à América Latina: e o Brasil com isso?

Em momento de expansão dos EUA, o Mercosul e o Brasil são a pedra no sapato para o crescimento do livre comércio na região

Ecoar no Brasil o que acontece fora do país é tarefa habitualmente difícil. Com a cobertura da visita de Obama a Argentina não foi diferente (...)

VENEZUELA

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É a derrocada do Bolivarianismo?

Entrevista com Gilberto Maringoni

A queda vertiginosa do preço do petróleo teria sido o principal fator a asfixiar a economia e a sociedade da Venezuela, diz com exclusividade ao Diário da Manhã, o doutor em História Social pela (...)

AMÉRICA DO SUL

O empresário Mauricio Macri, 56 anos, é o novo presidente da Argentina. Atual prefeito de Buenos Aires, ele é ex-presidente do clube Boca Juniors e líder de uma frente de centro-direita opositora do atual governo de Cristina Kirchner. Macri foi eleito neste domingo (22), na primeira vez na história do país em que uma eleição presidencial foi decidida no segundo turno, e vai governar por quatro anos. Ele irá assumir a presidência no dia 10 de dezembro deste ano.

América do Sul: uma guinada à direita?

Entrevista com André Calixtre

“Não é mais possível ignorar as classes populares. Então, todo o processo de mudança radical na política, dentro de uma democracia, terá de considerá-las”, diz o economista.

AMÉRICA LATINA

Os presidentes do Mercosul durante a cúpula do bloco, no último dia 21.  Foto: reprodução

“A esquerda reduziu a pobreza na América Latina”

Entrevista com Marcelo Zero

Para o sociólogo e especialista em relações internacionais, Marcelo Zero, os governos de esquerda latino-americanos promoveram crescimento econômico com inclusão social e (...)

BRASIL- PARAGUAI

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As relações brasileiro-paraguaias: uma parceria em construção?

Desenvolvimento da ligação entre os países dependerá das "forças profundas" de cada sociedade

Em 4 de dezembro de 2015, autoridades, especialistas, empresários, membros (...)

AMÉRICA DO SUL

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O futuro incerto do ciclo progressista sul-americano

É precipitado dizer que a vitória de Mauricio Macri na Argentina representa o ocaso dos governos de esquerda

Escrevo no calor das eleições argentinas e sua opção, nada inédita, de (...)

CARTA MAIOR

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Relações Brasil-Argentina: tudo nos une e nada nos separa

Unidas, as duas nações podem elevar toda a América do Sul a um patamar superior, por isso, os países hegemônicos agem no sentido de frear esta aproximação

Esta breve nota, parte do trabalho “Olhares sobre os 30 anos da Ponte Tancredo Neves” para o Portal H2Foz, busca apresentar uma análise que se distancia dos impactos diretos da obra de engenharia e se detém muito mais a questões macro a respeito da união estratégica entre o Brasil e a Argentina. A construção da ponte, neste caso, é interpretada como parte do lento e complexo amadurecimento de uma relação secular entre os dois gigantes da América do Sul.

OUTRAS PALAVRAS

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Na eleição argentina, encruzilhada da América do Sul

Projeto dos governos Kirchner mostra seus limites. Conservadores avançam e podem vencer segundo turno. Seria um desastre para toda a região

O resultado do primeiro turno das eleições presidenciais na Argentina, em 25/10, não foi um raio em dia sereno. Um difuso mas penetrante mal estar social já vinha se instalando na sociedade, em meio à crise geral do capitalismo, devido às restrições econômicas impostas à Argentina com o esgotamento do boom das commodities, e à tenaz ofensiva midiática para desestabilizar o governo. Era apenas questão de tempo para que esta situação se expressasse no terreno eleitoral. Já nas eleições primárias, realizadas em 9 de agosto, havia um sinal de alerta, mas que não foi percebido e nem analisado pelos apoiadores do governo com o rigor requerido pelas circunstâncias. Prevaleceu uma atitude que, para sermos benévolos, poderíamos qualificar como “negacionista”, em que a autocrítica e a possibilidade de fazer correções estiveram ausentes. As consequências, estamos hoje lamentando

REDE BRASIL ATUAL

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Investidas conservadoras ameaçam autonomia da América Latina, diz Amorim

Para ex-ministro de Relações Exteriores, governos populares no continente lidam com ataques ferozes às conquistas sociais e econômicas dos últimos anos

As conquistas sociais e econômicas dos últimos anos em países como Brasil, Venezuela, Bolívia, Uruguai e Argentina estão em risco? A questão foi direcionada ao ex-ministro de Relações Exteriores (governos Itamar e Lula) e ex-ministro da Defesa (governo Dilma) Celso Amorim, durante debate na última terça-feira (25), durante congresso realizado pela Fundacentro, pela Associação Latino-americana de Advogados Trabalhistas (Alal, na sigla em espanhol) e pelo Ministério Público do Trabalho.