quinta, 23 de novembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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NODAL

Viagem do Ministro das Relações Exteriores a Buenos Aires
Visita do Ministro das Relações Exteriores José Serra a Buenos Aires.
Foto: Embaixada do Brasil em Buenos Aires / MRE
23/05/2016

O futuro do Mercosul

O retorno à subordinação aos centros de poder é uma certeza frente a este Mercosul desideologizado, despolitizado e debilitado.

O Mercosul vive uma mudança de etapa. A vitória de Mauricio Macri na Argentina, a suspensão de Dilma Rousseff no Brasil, o perfil das novas autoridades brasileiras e a crise na Venezuela pintam um panorama complexo para um dos mais importantes blocos políticos, econômicos e comerciais da última década.

GOLPE E AMÉRICA LATINA

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O fim da República e o lugar da América Latina no mundo

Coalizão ideológica formada com o governo golpista é fundada em pautas políticas conservadoras nacionais e econômicas liberais internacionais

Todo regime político precisa de uma correlação de forças que o sustente, na (...)

GOLPE E RELAÇÕES INTERNACIONAIS

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A engenharia de golpes e os (des)mandos do capital

Quedas de governos, crises econômicas, descredibilização institucional e instabilidade política são alguns dos resultados obtidos no processo

Nada mais internacional do que a análise da política nacional, nada mais (...)

AMÉRICA LATINA

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O impeachment e o realinhamento neoliberal na América Latina

Se juntos possuem mais força, separados os países latino-americanos ficam à mercê dos interesses dos mais poderosos

A ser votado até o próximo dia 17 de abril, o impedimento da presidenta Dilma (...)

CICLO PROGRESSISTA

ECUADOR PROTESTAS

“Não se pode combater a desigualdade sem lutar contra os ricos”, analisa jornalista uruguaio

Entrevista com Raúl Zibechi

Não há como fazer uma omelete sem quebrar os ovos. É mais ou menos na lógica desse ditado que o jornalista uruguaio Raúl Zibechi reflete (...)

INTEGRAÇÃO REGIONAL

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Integração: faltou combinar com a burguesia

Como avançar na autonomia do continente se a burguesia brasileira, mesmo se apropriando dos ganhos das exportações para os mercados regionais, sabota o aprofundamento dessa mesma integração?

O projeto de integração regional da América Latina vive seu momento mais difícil.

AMÉRICA LATINA

Os presidentes do Mercosul durante a cúpula do bloco, no último dia 21.  Foto: reprodução

“A esquerda reduziu a pobreza na América Latina”

Entrevista com Marcelo Zero

Para o sociólogo e especialista em relações internacionais, Marcelo Zero, os governos de esquerda latino-americanos promoveram crescimento econômico com inclusão social e (...)

PORTAL VERMELHO

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Alca: quando a América Latina encerrou a solidão de um século

Em 2003 Joseph Stiglitz escreveu um artigo muito contundente: “façam o que nós fazemos, não o que nós decidimos que façam”. Os Estados Unidos prosperaram defendendo seu mercado, sua indústria e seu campo. Tem, além disso, a moeda que desde 1973 representa o câmbio mundial. O leão pediu às gazelas que não corram e não busquem refúgio em territórios diáfanos.

Os Estados Unidos marcou, a partir desta data, onde certificaram a morte do “keynesianismo”, o principal programa do neoliberalismo: privatizações de empresas e serviços públicos, desregulação (especialmente financeira e trabalhista) e abertura de fronteiras para mercadorias, serviços e dinheiro. Não para as pessoas, que só circulariam livremente quando fosse necessário aumentar a oferta de trabalhadores para baixar os salários (o tal exército de reserva sobre o qual falou o barbudo de Tréveris).

BRASIL DE FATO

04-11-05 Mar del Plata: Foto Oficial de la IV Cumbre de las Americas.

Resistência ao domínio gringo é uma luta que vem de longe

Numa situação em que os governos progressistas do Brasil e da Venezuela enfrentam sérias dificuldades, o imperialismo retoma a ofensiva, com a Parceria Trans-Pacífico.

Na longa história da resistência dos movimentos sociais da América Latina às investidas do imperialismo, nenhuma campanha teve tanta importância, pelos seus resultados, quanto à mobilização continental contra a implantação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca). Essa campanha, que alcançou a vitória em 2005 com a rejeição da Alca na reunião de cúpula de Mar del Plata, impediu que os países latino-americanos fossem empurrados de volta a uma condição neocolonial, anulando todos os esforços de desenvolvimento econômico e social no século XX e inviabilizando qualquer projeto de avanço para o futuro.

CUBA

CUBA MINI

A nova política externa cubana

A realidade é que o governo de Havana decidiu se inserir no capitalismo neoliberal

Desde o anúncio da reaproximação diplomática com os Estados Unidos, feita simultaneamente no fim de 2014 por Barack Obama e Raul Castro, (...)