tera, 21 de novembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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COMÉRCIO INTERNACIONAL

03/08/2015-  Jacareí- SP, Brasil-  A chinesa Chery anunciou férias coletivas para todos os funcionários de produção da fábrica de Jacareí, no interior de São Paulo. Com as coletivas, a montadora vai interromper, de 17 de agosto a 5 de setembro, a produção na unidade, que fabrica o Celer Hatch e Sedan.A montadora informou que todo o setor de produção será paralisado no período, mas não confirma o número de funcionários afetados pela medida. O Sindicato dos Metalúrgicos estima que cerca de 300 dos 470 funcionários da planta sejam afetados.

O mito do isolamento do Brasil e as cadeias globais de valor

A melhor estratégia que o Brasil poderia seguir para inserir-se de forma mais soberana no cenário internacional consiste em priorizar a integração regional.

Os conservadores brasileiros têm obsessões e temas recorrentes. Em política (...)

BRASIL DE FATO

04-11-05 Mar del Plata: Foto Oficial de la IV Cumbre de las Americas.

Resistência ao domínio gringo é uma luta que vem de longe

Numa situação em que os governos progressistas do Brasil e da Venezuela enfrentam sérias dificuldades, o imperialismo retoma a ofensiva, com a Parceria Trans-Pacífico.

Na longa história da resistência dos movimentos sociais da América Latina às investidas do imperialismo, nenhuma campanha teve tanta importância, pelos seus resultados, quanto à mobilização continental contra a implantação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca). Essa campanha, que alcançou a vitória em 2005 com a rejeição da Alca na reunião de cúpula de Mar del Plata, impediu que os países latino-americanos fossem empurrados de volta a uma condição neocolonial, anulando todos os esforços de desenvolvimento econômico e social no século XX e inviabilizando qualquer projeto de avanço para o futuro.

COOPERAÇÃO SUL-SUL

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“Brasil precisa discutir o projeto que quer levar para o mundo”, diz jornalista

Entrevista com Amanda Rossi

Calixto Adida foi o escolhido pela jornalista Amanda Rossi para ilustrar a capa de seu livro “Moçambique: o Brasil é aqui” (Ed. Record). Trajando uma camisa da seleção brasileira com o número 11 e o nome (...)

OUTRAS PALAVRAS

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O fantasma do Ultra-capitalismo

Três acordos globais de comércio, negociados em sigilo, ameaçam direitos sociais, ambiente e próprio sentido da democracia. Que são e como afetam o Brasil

1.Sobre salas blindadas e seus segredos Num texto publicado há dias, por Outras Palavras, o sociólogo Michel Löwy expõe, em termos teóricos, a crescente tensão entre a voracidade do capitalismo e a fragilidade da democracia, acossada por um sistema que deseja reduzir todas as relações sociais a mercadoria. Para um exemplo concreto, considere este relato, […]

GRÉCIA

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Há semelhanças entre a Grécia e o Brasil?

Na economia, sim, mas na política há diferenças sensíveis

Brasil e Grécia são muito diferentes, porém não é difícil encontrar paralelos ao longo da história e mesmo atualmente no que tange ao manejo das economias (...)

BRASIL DEBATE

A presidenta Dilma Rousseff e o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, durante cerimônia de assinatura de atos, no Palácio do Planalto (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A lição chinesa que o Brasil precisa aprender

A intensificação dos negócios com a China significa risco e oportunidade ao mesmo tempo. É preciso ir além da relação que hoje prevalece e segue o típico padrão Norte-Sul: os chineses nos vendem manufaturados cada vez mais sofisticados enquanto nossas exportações se limitam a produtos primários

Apesar de os laços diplomáticos terem sido reatados em 1974, após o rompimento durante a Guerra Fria, Brasil e China só se aproximaram de fato a partir dos anos 1990. Foi nesta década que a economia chinesa começou a apresentar um dinamismo excepcional e o país se lançou na busca por novos mercados, capitais, tecnologias, […]

OPERA MUNDI

Brasília - DF, 20/08/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia oficial de chegada da Chanceler da República Federal da Alemanha, Angela Merkel. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Dilma e Merkel: parceria estreita em momentos de desgaste

Visita afina os interesses políticos de Brasil e Alemanha para os grandes eventos diplomáticos do ano: assembleia da ONU e reunião mundial do clima, em Paris

Quando as líderes da maior economia europeia e da maior economia do hemisfério sul se encontram, é preciso prestar atenção. Não há meio termo, é imperativo compreender a analisar o encontro bilateral entre Dilma Rousseff e Angela Merkel. A líder alemã veio exclusivamente ao Brasil, chegou na noite de quarta-feira (19/08) e partiu na tarde de quinta (20/08), acompanhada de grande comitiva formada por sete de seus ministros e cinco vice-ministros, além de líderes empresariais. Na pauta, política internacional, economia, meio-ambiente, concerto de discurso e política interna também. De ambas. O saldo final poderá ser visto em dois dos principais eventos internacionais do ano.

CARTA MAIOR

O ministro do MRE, Mauro Vieira e a  presidenta Dilma Rousseff, durante a cerimônia de formatura da turma Paulo Kol do curso de formação do Instituto Rio Branco (Antônio Cruz/Agência Brasil)

Dilma: ‘Brasil só será respeitado no mundo se a soberania popular for respeitada’

Segundo Dilma, a política externa não só é um instrumento de projeção do país, mas um elemento fundamental de nosso projeto nacional de desenvolvimento.

“O Estado nacional brasileiro só será respeitado no mundo na medida em que, em nosso território, se exerce e se respeita plenamente a soberania popular”, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (12), no Palácio do Itamaraty, onde participou da cerimônia de formatura da turma Paulo Kol 2013-2015, do Instituto Rio Branco, e da condecoração aos primeiros colocados da turma com insígnias da Ordem do Rio Branco. Paulo Kol era jornalista e professor do Instituto Rio Branco e faleceu neste ano.

CARTA CAPITAL

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A crassa inaptidão para projetos estratégicos

Com nossa importância territorial, econômica e estratégica, somos o único país do mundo – dentre os que possuem esse peso geopolítico – sem programa espacial próprio

Um programa espacial completo exige estação de lançamentos, foguete e satélites. O Brasil não atende, hoje, a nenhum desses requisitos.

ENERGIA

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Panorama do Pré-Sal: Desafios e Oportunidades

O objetivo deste texto é analisar as implicações econômicas, políticas e estratégicas das descobertas de grandes reservas de petróleo (...)