sexta, 22 de setembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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LE MONDE DIPLOMATIQUE BRASIL

sul

Nosso norte é o Sul

A consolidação da América do Sul como espaço estável e de integração é prioritária para a política externa brasileira. Na sequência, enfatiza-se a necessidade de fortalecimento da relação com os Brics, a África, os Estados Unidos e a União Europeia, nessa ordem

  Partidos, eleições e política externa O segundo mandato de Dilma Rousseff se iniciou depois de uma eleição em que os temas internacionais apareceram de forma subsidiária no debate – em geral, dentro de um discurso anacrônico de alguns candidatos, calcado na recuperação do imaginário de Cuba como o inimigo comunista da Guerra Fria. Questionou-se […]

BRICS

Ufá - Russia, 09/07/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante VII Cúpula do BRICS. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O Brics é um grupo “não ocidental”, mas não “antiocidental”

Entrevista com Fyodor Lukyanov

A recente Cúpula do Brics, que ocorreu em Ufá, na Rússia entre os dias 8 e 9 de julho, atraiu comentários nas mídias do mundo todo sobre o crescente papel que a Rússia (...)

CARTA CAPITAL

09/07/2015- Ufa- Rússia. Presidenta Dilma Rousseff concede entrevista para Russian Today durante VII Cúpula do BRICS. (Ufa - Rússia, 09/07/2015). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Os BRICS, a Europa e “o globo de Carlos V”

Soberanos: enquanto a Alemanha "dá as cartas" na Europa, a China destoa entre os BRICS

Nas famosas Conversações de Goethe com Eckermann, o meticuloso admirador do grande poeta e pensador romântico registrou em uma nota de 26 de abril de 1823 o interesse do seu amigo e mestre em um globo (ou mapa?), obra de um espanhol, que teria pertencido a Carlos V, cujo império se estendia da Península Ibérica à Europa Central. Goethe teria ficado especialmente impressionado com uma inscrição: “Os chineses são um povo que apresenta muita semelhança (analogie, na versão francesa) com os alemães”. Não tenho a menor ideia de quais foram os pontos de contato que o autor dos rabiscos que impressionaram Goethe tinha em mente ao comparar os dois povos (nem se poderia dizer “dois países”, pois, no século XVI, a China era um império continental e a Alemanha um amontoado de principados e ducados, mal saídos do feudalismo).

BRICS

Dilma-Rousseff-e-Vladimir-Putin1

O papel do BRICS na cooperação internacional

Grupo avança passo a passo na consolidação dos marcos de sua constituição como bloco

A cooperação entre os Brics (grupo de economias em desenvolvimento (...)

BRICS

brics-oficial

Brasileiro vice-presidente do banco dos BRICS revela detalhes da instituição

Entrevista com Paulo Nogueira Batista Junior | Sputnik news

Paulo Nogueira Batista Junior, que foi diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) por oito anos, deixa o cargo para assumir uma das vice-presidências do Novo (...)

AMÉRICA LATINA

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O contexto internacional e as ameaças ao Brasil e à América Latina

A crise brasileira segue uma dinâmica nacional clara, mas faz parte de uma investida contra o ciclo progressista latino

Os processos históricos nacionais, sobretudo de países do porte do Brasil, (...)

LE MONDE DIPLOMATIQUE BRASIL

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Petrobras, pré-sal e futuro

Ao emergir como grande produtor global de petróleo, o Brasil também ganhou inédita relevância geopolítica. O que já vinha se materializando aos olhos do mundo, pelas conquistas sociais e tecnológicas do passado recente, tornou-se muito mais palpável com o impulso impressionante do pré-sal

Em tempos de discussão sobre o futuro da Petrobras e do setor de petróleo do Brasil, por conta das turbulências atuais, uma das indagações mais frequentes se relaciona à exploração das reservas do pré-sal.

GOVERNANÇA GLOBAL

Cristina-Pecequilo-Brazil2-1024x680

A América do Sul como espaço Geopolítico e Geoeconômico: O Brasil, os Estados Unidos e a China

As transformações recentes do equilíbrio de poder mundial, que indicam a ascensão dos(...)

PORTAL EBC

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Brasil se abstém em votação da ONU sobre direitos humanos na Síria e no Irã

O Brasil também condena a militarização do conflito e defende mais ênfase na negociação política, o que não está no texto da resolução

O Brasil se absteve de votar hoje (27) em duas resoluções sobre a situação dos direitos humanos na Síria e no Irã, no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

REVISTA FÓRUM

Protestos 15 de março em São Paulo

“EUA promovem desestabilização de democracias na América Latina”, denuncia Moniz Bandeira

O cientista político e historiador Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira afirma que os Estados Unidos permanecem na tentativa de desestabilizar governos de esquerda na América Latina e que isso se refletiu nas manifestações do último domingo, que, segundo ele, estão longe de serem espontâneas; confira a entrevista

Para o cientista político e historiador Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira, as manifestações que pedem impeachment da presidenta Dilma Rousseff estão longe de serem espontâneas (...)