tera, 21 de novembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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LA JORNADA

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O TISA e os autênticos amigos das transnacionais

Por prever a privatização dos serviços públicos e a desregulamentação dos privados, o TISA é um dos mais preocupantes entre os tratados comerciais sendo negociados atualmente

O Acordo sobre o Comércio de Serviços que negociam em segredo governos de 50 países, incluindo México (TISA em sua sigla em inglês), supera tudo o que se viu até o momento em matéria de tratados internacionais ao buscar benefícios irrestritos às empresas transnacionais, contra os interesses e o bem público. A palavra ‘serviços’ neste contexto abarca desde água e alimentação, até saúde, educação, pesquisa, comunicações, correios, transportes, telecomunicações comércio eletrônico, vendas no atacado e varejo, serviços financeiros e muito mais, inclusive os chamados “serviços ambientais” relacionados a florestas, sistemas hidrológicos e outras funções dos ecossistemas. Até os migrantes são incluídos no tratado como supostos “provedores de serviços”! O setor de serviços é o maior empregador dos países de rendas alta e média, são enormes os impactos contra os direitos laborais e sindicais.

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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Qual o resultado da visita à Ásia?

Viagem do chanceler Mauro Vieira indica que o governo entende a importância de estar atento ao continente

No início do século XXI, o mundo olhava para a Ásia com atenção especial. O continente é reconhecido por seu dinamismo econômico que, dada sua (...)

CARTA MAIOR

O ministro do MRE, Mauro Vieira e a  presidenta Dilma Rousseff, durante a cerimônia de formatura da turma Paulo Kol do curso de formação do Instituto Rio Branco (Antônio Cruz/Agência Brasil)

Dilma: ‘Brasil só será respeitado no mundo se a soberania popular for respeitada’

Segundo Dilma, a política externa não só é um instrumento de projeção do país, mas um elemento fundamental de nosso projeto nacional de desenvolvimento.

“O Estado nacional brasileiro só será respeitado no mundo na medida em que, em nosso território, se exerce e se respeita plenamente a soberania popular”, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (12), no Palácio do Itamaraty, onde participou da cerimônia de formatura da turma Paulo Kol 2013-2015, do Instituto Rio Branco, e da condecoração aos primeiros colocados da turma com insígnias da Ordem do Rio Branco. Paulo Kol era jornalista e professor do Instituto Rio Branco e faleceu neste ano.

THE TELEGRAPH

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As nações do BRICS demonstram ao mundo uma prova de genuína parceria econômica

Embaixadores de Brasil, Índia Rússia, China e África do Sul no Reino Unido comentam a sétima cúpula do BRICS

A sétima cúpula do BRICS, que ocorreu em Ufá, na Rússia, foi um importante marco no que tange à cooperação. Os líderes dos países discutiram problemas de interesse internacional em comum, assim como questões prioritárias para fortalecer e ampliar a cooperação intrabloco. Decidiu-se reforçar a cooperação estratégica dos Brics, com base na franqueza, solidariedade, igualdade e compreensão, inclusão e uma cooperação mutuamente benéfica.

OUTRAS PALAVRAS

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A América Latina diante do enigma chinês

Poder global crescente de Pequim pode livrar região da dependência secular diante de Washington. Mas falta projeto próprio, que não signifique mera troca de patrões

Muito se escreveu no século XXI sobre o papel da República Popular da China no mundo. Contudo, as agências norte-americanas de classificação de risco não a enxergam, ao fazer avaliações para muitos países na América Latina. Na mesma linha estão organismos internacionais, com a liderança do Fundo Monetário Internacional, que encobrem as relações do gigante asiático com a região em assuntos comerciais, financeiros, tecnológicos, energéticos e de investimentos. Tanto uns como outros vêm proclamando que Argentina e Venezuela, por exemplo, padecem de um preocupante estrangulamento financeiro externo; ou que estão em plena insolvência, sem recursos para o pagamento de credores internacionais.

LE MONDE DIPLOMATIQUE BRASIL

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Nosso norte é o Sul

A consolidação da América do Sul como espaço estável e de integração é prioritária para a política externa brasileira. Na sequência, enfatiza-se a necessidade de fortalecimento da relação com os Brics, a África, os Estados Unidos e a União Europeia, nessa ordem

  Partidos, eleições e política externa O segundo mandato de Dilma Rousseff se iniciou depois de uma eleição em que os temas internacionais apareceram de forma subsidiária no debate – em geral, dentro de um discurso anacrônico de alguns candidatos, calcado na recuperação do imaginário de Cuba como o inimigo comunista da Guerra Fria. Questionou-se […]

BRICS

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O Banco dos BRICS e as novas agendas

Instituição pode liderar o surgimento de uma nova ordem que incluirá agendas inovadoras, como a participação da juventude na sociedade

No marco das atividades que antecederam a reunião de chefes de estado dos BRICS, entrou em operação no último 3 de julho o Novo Banco de (...)

BRICS

Ufá - Russia, 09/07/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante VII Cúpula do BRICS. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O Brics é um grupo “não ocidental”, mas não “antiocidental”

Entrevista com Fyodor Lukyanov

A recente Cúpula do Brics, que ocorreu em Ufá, na Rússia entre os dias 8 e 9 de julho, atraiu comentários nas mídias do mundo todo sobre o crescente papel que a Rússia (...)

OPERA MUNDI

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Banco dos Brics: hora de assumir obrigações pelos direitos humanos

Bloco tem tido sucesso ao questionar a ordem econômica mundial, mas pouco contribui para repensar modelos de desenvolvimento que produzem violações

A 7ª Cúpula dos Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), realizada há uma semana em Ufá, na Rússia, mostrou mais uma vez que o bloco está querendo se provar como (...)

BRICS

The Prime Minister, Shri Narendra Modi at the Welcome Ceremony during the BRICS Summit, in Ufa, Russia on July 09, 2015.

BRICS: a Geoestratégia por trás da Nova Geoeconomia

Fortalecimento do grupo é fundamental para que o Brasil mantenha posição de global player

Quando o economista do Goldman Sachs, Jim O´Neill, cunhou, em 2001, o acrônimo BRIC, referindo-se aos megapaíses emergentes Brasil, Rússia, (...)