quinta, 23 de novembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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BRICS

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BRICS e cooperação para o desenvolvimento internacional

A cooperação promovida pelo Brics tem potencial de se tornar um novo polo no sistema global de cooperação, não somente pelo(...)

CARTA CAPITAL

09/07/2015- Ufa- Rússia. Presidenta Dilma Rousseff concede entrevista para Russian Today durante VII Cúpula do BRICS. (Ufa - Rússia, 09/07/2015). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Os BRICS, a Europa e “o globo de Carlos V”

Soberanos: enquanto a Alemanha "dá as cartas" na Europa, a China destoa entre os BRICS

Nas famosas Conversações de Goethe com Eckermann, o meticuloso admirador do grande poeta e pensador romântico registrou em uma nota de 26 de abril de 1823 o interesse do seu amigo e mestre em um globo (ou mapa?), obra de um espanhol, que teria pertencido a Carlos V, cujo império se estendia da Península Ibérica à Europa Central. Goethe teria ficado especialmente impressionado com uma inscrição: “Os chineses são um povo que apresenta muita semelhança (analogie, na versão francesa) com os alemães”. Não tenho a menor ideia de quais foram os pontos de contato que o autor dos rabiscos que impressionaram Goethe tinha em mente ao comparar os dois povos (nem se poderia dizer “dois países”, pois, no século XVI, a China era um império continental e a Alemanha um amontoado de principados e ducados, mal saídos do feudalismo).

BRICS

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O papel do BRICS na cooperação internacional

Grupo avança passo a passo na consolidação dos marcos de sua constituição como bloco

A cooperação entre os Brics (grupo de economias em desenvolvimento (...)

BRICS

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BRICS: Agenda econômica avança, mas com omissão a temas de direitos humanos

Os desafios existentes para os BRICS em relação aos direitos humanos são tão expressivos quanto o seu peso global

Nos dias 8 e 9 de julho a 7ª Cúpula dos BRICS – bloco formado pelo Brasil, (...)

CARTA MAIOR

Ufá - Russia, 08/07/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante sua chega a Rússia para VII Cúpula do BRICS. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Fátima Mello: ‘Os BRICS têm um grande potencial’

'Se antes as potências tradicionais dominavam quase exclusivamente o sistema de cooperação, agora os emergentes passam a disputar espaço nesta agenda'

O grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) entra numa nova etapa esta semana, com a inauguração oficial de seu Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) às vésperas da 7ª reunião de Cúpula em Ufá, na Rússia, e com isso se coloca como importante contraponto às instituições tradicionais, como a OCDE, introduzindo novos conceitos e valores na cooperação internacional. "Se antes as potências tradicionais dominavam quase exclusivamente o sistema de cooperação, agora os chamados emergentes passam a disputar espaço também nesta agenda", afirma Fátima Mello, autora do estudo "BRICS e Cooperação para o Desenvolvimento Internacional", editado pelo Inesc com apoio da Oxfam.

COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

REDE BRASIL ATUAL

epa04832797 Supporters of the 'No' campaign wave flags and react after the first results of the referendum at Syntagma Square, in Athens, Greece, 05 July 2015. Greek voters in the referendum were asked whether the country should accept reform proposals made by its creditors.  EPA/YANNIS KOLESIDIS
Dostawca: PAP/EPA.

Novo banco pode ser boa notícia para os Brics e também para a Grécia

Criação de banco dos Brics significará alento diante da hegemonia de organismos internacionais habituados a exigir regimes de austeridade a qualquer preço, inclusive o de agravar problemas sociais

São Paulo – A situação da Grécia estará na pauta da 7ª Cúpula dos Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul, marcado para a quinta-feira (9) em Ufa, na Rússia. “Vamos ver o que os Brics podem fazer em relação à Grécia”, afirma o correspondente da RBA na Europa, Flávio […]

BRASIL DEBATE

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Rede de Universidades dos BRICS: um diálogo para além dos circuitos tradicionais

A iniciativa de criar a Rede de Universidades dos BRICS, para estimular o intercâmbio entre alunos, professores e pesquisadores das academias brasileira, russa, indiana, chinesa e sul-africana, vai lançar luz sobre regiões do globo até agora escuras para muitos de nós

A internacionalização das universidades é hoje almejada em praticamente todo o mundo. Essa busca cai no vazio quando distorce os objetivos originais da construção de um projeto comum e torna-se um fim em si mesmo, ou um mero artifício para ganhar pontos nos inúmeros rankings internacionais.

DIÁLOGOS DO SUL

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De Bandung aos BRICS: dois estilos, um objetivo

Os BRICS avançam para a adoção de medidas estratégicas que os aproximam das definições dos Não Alinhados e questionam a ordem internacional

A Conferência realizada em Bandung, Indonésia, de 18 a 24 de abril de 1955, reuniu líderes de 30 estados asiáticos e africanos, responsáveis pelo destino de um bilhão e 350 milhões de seres humanos. Em 2015, sessenta anos depois, muitos dos problemas que foram objeto de análise e debate naquela conferência pioneira continuam desafiando a uma enorme parcela da Humanidade. Essa constatação já justifica uma reflexão sobre o sentido e as projeções de Bandung e nos convida a pensar até que ponto mantém vigência alguns dos diagnósticos e propostas desse evento, que constituiu um marco na história das relações internacionais do século XX.

BRICS

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Brasileiro vice-presidente do banco dos BRICS revela detalhes da instituição

Entrevista com Paulo Nogueira Batista Junior | Sputnik news

Paulo Nogueira Batista Junior, que foi diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) por oito anos, deixa o cargo para assumir uma das vice-presidências do Novo (...)