sexta, 20 de outubro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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CHINA

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Transformações exigem política externa ativa: a nova Rota da Seda

Como a China, Brasil precisa apostar de forma ativa em diversificação. Longe de ser estratégia de marketing, são novos tempos que merecem atenção

Recentemente, Beijing sediou o 1º Fórum da Nova Rota da Seda, com a (...)

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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Brasil-China: complementaridade ou dependência?

O novo governo estimula uma parceria iniciada na era PT cujas consequências são, em grande medida, deletérias

Em comentário sobre os recentes acordos de investimentos da China no Brasil, um negociador afirmou que “as relações bilaterais ganham novos galhos onde (...)

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

Hangzhou / China - Presidente Michel Temer durante encontro com o presidente da República popular da China, senhor Xi Jinping, na casa de hospedes oficial do Lago Oeste. (Beto Barata/PR)

O Dissenso de Washington e a política externa de Temer e Serra

Entre as mudanças na orientação da política externa brasileira está o redirecionamento para a tradição de alinhamento com os EUA

A nova política externa brasileira (PEB), alçada à opulência pelo chanceler (...)

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A OTAN tem um jeito bastante peculiar de demonstrar que não quer uma nova Guerra Fria

No primeiro dia da cúpula da OTAN, críticos condenam "o novo e perigoso plano" para provocar a Rússia e a destacada presença militar nas suas fronteiras

No primeiro dia do encontro da OTAN no último final de semana em Varsóvia, Polônia, o secretário-geral da OTAN Jens Stolnenberg assegurou ao público, "Nós não queremos uma nova Guerra Fria. A Guerra Fria é história e deveria continuar como tal." Contudo, Stolnenberg pareceu simultaneamente desafiar essa declaração quando também anunciou que a "força de reação" da OTAN é atualmente três vezes maior em relação ao período da Guerra Fria - mais aumentos e receia-se que as recentes bravatas da OTAN levem a um grande conflito com a Rússia.

NUSO

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A economia chinesa: solução ou parte do problema?

China, antiga estrela econômica internacional, pode ser hoje parte da grave crise que afeta o mundo e incide com força na América Latina

A China deixou de ser a indiscutível estrela do êxito econômico e a locomotora do crescimento para converter-se em parte do problema da economia Internacional.Desde o começo deste século e até a crise iniciada em 2008, a economia chinesa cresceu aproximadamente 10% e carregou o resto da economia mundial, especialmente aquelas exportadoras de matérias-primas. Para enfrentar a crise, o governo chinês implementou um pacote de medidas de investimentos públicos, bem como estímulos ao investimento, logrando um crescimento de 8,7% no ano de 2009, menor que os anos anteriores, mas muito alto em comparação com o resto das grandes economias.

PORTAL VERMELHO

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Banco do Brics pode se contrapor ao FMI

Na noite desta segunda (9), o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães ressaltou a importância do Banco do Brics como contraponto ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional, “que são instrumento das grandes potências para impor políticas econômicas”, defendeu. O economista Luiz Gonzaga Belluzzo não só destacou o papel do banco, como propôs que ele seja utilizado para capitalizar a Petrobras.

Ao lado do também economista Renildo de Souza, eles participaram nesta segunda (9) do primeiro evento do ciclo de debates “Que Brasil é este?”, realizado no Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé, em parceria com a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. As intervenções centraram-se no atual cenário da economia mundial e destacaram a importância do Brics na construção de um novo cenário internacional de disputa de protagonismo.

OPERA MUNDI

Ufá - Russia, 09/07/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante VII Cúpula do BRICS. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Para especialistas, Banco dos Brics foi fundado sob interesse do Brasil pelo mundo dos gigantes

Desinteresse do governo brasileiro por projetos regionais, como o Banco do Sul, e ambição chinesa explicam impulso para o Novo Banco de Desenvolvimento

Desde que foi anunciado em julho de 2014, o banco composto por Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul caminha a passos largos. Com o nome de Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o chamado Banco dos Brics começou em 21 de julho a delinear suas políticas financeiras e sua estrutura mais enxuta, a fim de dinamizar a concessão de crédito para projetos de infraestrutura de grande magnitude.

CHINA

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Desfile em Pequim coroa ascensão chinesa e indica ambições futuras

O formato da comemoração deve ser entendido no contexto de uma postura mais altiva da China, que passou a exigir e impor respeito

Há meses a China se prepara para comemorar, neste dia 3 de setembro, o (...)

OUTRAS PALAVRAS

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O fantasma do Ultra-capitalismo

Três acordos globais de comércio, negociados em sigilo, ameaçam direitos sociais, ambiente e próprio sentido da democracia. Que são e como afetam o Brasil

1.Sobre salas blindadas e seus segredos Num texto publicado há dias, por Outras Palavras, o sociólogo Michel Löwy expõe, em termos teóricos, a crescente tensão entre a voracidade do capitalismo e a fragilidade da democracia, acossada por um sistema que deseja reduzir todas as relações sociais a mercadoria. Para um exemplo concreto, considere este relato, […]

CHINA E AMÉRICA LATINA

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China e América Latina na Nova Divisão Internacional do Trabalho

O presente texto procura traçar um panorama das relações econômicas entre a China e os países da América Latina no início do século XXI. Parte-se da premissa de que a ascensão chinesa, ao reorganizar a divisão internacional do trabalho, impõe novos dilemas estruturais para os países latino-americanos, com impactos sobre a agenda do desenvolvimento.