domingo, 24 de setembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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BRASIL DEBATE

A presidenta Dilma Rousseff e o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, durante cerimônia de assinatura de atos, no Palácio do Planalto (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A lição chinesa que o Brasil precisa aprender

A intensificação dos negócios com a China significa risco e oportunidade ao mesmo tempo. É preciso ir além da relação que hoje prevalece e segue o típico padrão Norte-Sul: os chineses nos vendem manufaturados cada vez mais sofisticados enquanto nossas exportações se limitam a produtos primários

Apesar de os laços diplomáticos terem sido reatados em 1974, após o rompimento durante a Guerra Fria, Brasil e China só se aproximaram de fato a partir dos anos 1990. Foi nesta década que a economia chinesa começou a apresentar um dinamismo excepcional e o país se lançou na busca por novos mercados, capitais, tecnologias, […]

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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Qual o resultado da visita à Ásia?

Viagem do chanceler Mauro Vieira indica que o governo entende a importância de estar atento ao continente

No início do século XXI, o mundo olhava para a Ásia com atenção especial. O continente é reconhecido por seu dinamismo econômico que, dada sua (...)

OUTRAS PALAVRAS

China1

A América Latina diante do enigma chinês

Poder global crescente de Pequim pode livrar região da dependência secular diante de Washington. Mas falta projeto próprio, que não signifique mera troca de patrões

Muito se escreveu no século XXI sobre o papel da República Popular da China no mundo. Contudo, as agências norte-americanas de classificação de risco não a enxergam, ao fazer avaliações para muitos países na América Latina. Na mesma linha estão organismos internacionais, com a liderança do Fundo Monetário Internacional, que encobrem as relações do gigante asiático com a região em assuntos comerciais, financeiros, tecnológicos, energéticos e de investimentos. Tanto uns como outros vêm proclamando que Argentina e Venezuela, por exemplo, padecem de um preocupante estrangulamento financeiro externo; ou que estão em plena insolvência, sem recursos para o pagamento de credores internacionais.

BRICS

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O Banco dos BRICS e as novas agendas

Instituição pode liderar o surgimento de uma nova ordem que incluirá agendas inovadoras, como a participação da juventude na sociedade

No marco das atividades que antecederam a reunião de chefes de estado dos BRICS, entrou em operação no último 3 de julho o Novo Banco de (...)

BRICS

Ufá - Russia, 09/07/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante VII Cúpula do BRICS. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O Brics é um grupo “não ocidental”, mas não “antiocidental”

Entrevista com Fyodor Lukyanov

A recente Cúpula do Brics, que ocorreu em Ufá, na Rússia entre os dias 8 e 9 de julho, atraiu comentários nas mídias do mundo todo sobre o crescente papel que a Rússia (...)

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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Os dilemas da cooperação internacional brasileira

A falta de clareza estratégica na relação de Brasília com Pequim, Bruxelas e Washington prejudica o País

Os meses de maio e junho foram intensos na política externa do governo Dilma, caracterizada desde 2011 por um baixo perfil. À exceção da crise da (...)

CARTA CAPITAL

09/07/2015- Ufa- Rússia. Presidenta Dilma Rousseff concede entrevista para Russian Today durante VII Cúpula do BRICS. (Ufa - Rússia, 09/07/2015). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Os BRICS, a Europa e “o globo de Carlos V”

Soberanos: enquanto a Alemanha "dá as cartas" na Europa, a China destoa entre os BRICS

Nas famosas Conversações de Goethe com Eckermann, o meticuloso admirador do grande poeta e pensador romântico registrou em uma nota de 26 de abril de 1823 o interesse do seu amigo e mestre em um globo (ou mapa?), obra de um espanhol, que teria pertencido a Carlos V, cujo império se estendia da Península Ibérica à Europa Central. Goethe teria ficado especialmente impressionado com uma inscrição: “Os chineses são um povo que apresenta muita semelhança (analogie, na versão francesa) com os alemães”. Não tenho a menor ideia de quais foram os pontos de contato que o autor dos rabiscos que impressionaram Goethe tinha em mente ao comparar os dois povos (nem se poderia dizer “dois países”, pois, no século XVI, a China era um império continental e a Alemanha um amontoado de principados e ducados, mal saídos do feudalismo).

BRICS

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O papel do BRICS na cooperação internacional

Grupo avança passo a passo na consolidação dos marcos de sua constituição como bloco

A cooperação entre os Brics (grupo de economias em desenvolvimento (...)

BRICS

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Brasileiro vice-presidente do banco dos BRICS revela detalhes da instituição

Entrevista com Paulo Nogueira Batista Junior | Sputnik news

Paulo Nogueira Batista Junior, que foi diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) por oito anos, deixa o cargo para assumir uma das vice-presidências do Novo (...)

BRASIL DE FATO

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Uma aliança a partir do Sul

A aproximação entre as potências emergentes, o estreitamento das relações entre China e América Latina abrem um novo ciclo histórico de afirmação do Sul global.

A conjuntura latino-americana contemporânea, que mostrou grandes avanços nos processos de integração regional a partir de um novo ciclo das forças progressistas e de esquerda na região, se mostra, atualmente, como um amplo espaço de disputa entre dois projetos antagônicos.