quarta, 28 de junho de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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Copa, Olimpíadas e a inserção internacional do Brasil

A política externa altiva e ativa, que teria seu pódio nas grandes competições esportivas, refletiu acertos e complexidades dos governos Lula e Dilma

Em meio ao Fla-Flu ideológico vivido pelo Brasil nas competições pelo (...)

GOLPE E AMÉRICA LATINA

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O fim da República e o lugar da América Latina no mundo

Coalizão ideológica formada com o governo golpista é fundada em pautas políticas conservadoras nacionais e econômicas liberais internacionais

Todo regime político precisa de uma correlação de forças que o sustente, na (...)

GOLPE E POLÍTICA EXTERNA

Brasília - DF, 30/05/2016. Presidenta Dilma Rousseff recebe cumprimentos de populares durante Lançamento do Livro A Resistência ao Golpe de 2016 ..  Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Uma autocrítica necessária: o Brasil do golpe

Ao adquirir baixo perfil na política externa, o governo Rousseff abriu espaço para a consolidação, no governo interino, das tendências que reduzem o protagonismo internacional do Brasil

O Brasil de maio de 2016 é um país em crise na economia, na política e na (...)

GOLPE E POLÍTICA EXTERNA

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Itamaraty e o impeachment: equidistância pragmática?

O que significa a escolha por uma postura "rigorosamente institucional" da cúpula diplomática com relação ao processo de afastamento de Dilma Rousseff

Com destaque na mídia nacional, circulou a notícia de que o Itamaraty (...)

CARTA CAPITAL

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Sobre a imagem do Brasil

O que denigre o País no exterior não é uma "campanha" para desacreditá-lo. São os fatos internamente produzidos

Há uma nova obsessão com a imagem do Brasil. Parlamentares e editorialistas revelam grande preocupação com os efeitos que discursos e entrevistas da nossa presidenta (quando escrevo, Dilma Rousseff ainda é a presidenta do Brasil e espero que assim continue ou volte a ser, quando o processo se completar) possam ter na visão que os estrangeiros, naturalmente os dos Estados Unidos e Europa, têm do nosso país.

GOLPE E RELAÇÕES INTERNACIONAIS

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A engenharia de golpes e os (des)mandos do capital

Quedas de governos, crises econômicas, descredibilização institucional e instabilidade política são alguns dos resultados obtidos no processo

Nada mais internacional do que a análise da política nacional, nada mais (...)

AMÉRICA LATINA

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O impeachment e o realinhamento neoliberal na América Latina

Se juntos possuem mais força, separados os países latino-americanos ficam à mercê dos interesses dos mais poderosos

A ser votado até o próximo dia 17 de abril, o impedimento da presidenta Dilma (...)

CRISE E AMÉRICA DO SUL

11/04/2016 - Brasília - DF, Brasil - Reunião da Comissão Especial que vai votar o parecer do relator, (foto) dep. Jovair Arantes (PTB-GO), que recomenda a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff
Data: 11/04/2016. Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

A crise política do Brasil afeta toda a região

Os países da região devem se esforçar para tratar a democracia como um bem público coletivo

O conjunto de irregularidades e a ausência de fundamento jurídico que (...)

MERCOSUL

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A maturidade democrática: o Mercosul aos 25

É neste momento que mais se precisa defender o bloco, inclusive com a aplicação de suas regras sobre um de seus membros fundadores, o Brasil

Nas últimas semanas, algumas declarações chamaram a atenção no quadro (...)

CARTA MAIOR

MIA10. NUEVA YORK (NY, EE.UU.), 24/11/2015.- Fotografía de archivo de la Organización de Naciones Unidas fechada el 25 de marzo de 2010 y donde aparece Susana Malcorra, actual jefa de Gabinete del secretario general de las Naciones Unidas, Ban Ki-moon. El presidente electo argentino, Mauricio Macri anunció hoy, martes 24 de noviembre 2015, que Susana Malcorra será la canciller de su Gobierno. EFE/Devra Berkowitz/ONU/SOLO USO EDITORIAL/NO VENTAS

Um sinal de apoio do Mercosul ao Brasil

A chanceler argentina revelou os contatos entre chanceleres e a possibilidade da reunião, "apoiamos a presidenta Dilma, que foi eleita democraticamente"

Os chanceleres dos países que integram o Mercosul emitirão uma mensagem conjunta para dar “um sinal de apoio institucional” à presidenta do Brasil, Dilma Rousseff. A ministra de Relações Exteriores, Susana Malcorra, anunciou ontem que “nas próximas horas” poderia se concretizar uma reunião, e esclareceu que se está avaliando realizá-la antes da chegada do presidente (dos Estados Unidos, Barack) Obama, ou talvez por meio de uma teleconferência, para produzir “um sinal de apoio institucional” diante da crise política que o governo de Dilma enfrenta. “Estamos monitorando a situação”, confirmou o chanceler uruguaio Rodolfo Nin Novoa, encarregado da presidência pro tempore do bloco.