domingo, 24 de setembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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IMPEACHMENT

NOTA DE REPÚDIO

Os integrantes do Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais, GR-RI, consideram totalmente inadequado e improcedente o pedido de impeachment da Presidenta Dilma Rousseff e repudiam sua aceitação pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em ato claro de vingança política.

OPERA MUNDI

Paris - França, 30/11/2015. Presidenta Dilma Rousseff posa para foto oficial durante 21º Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima – COP21. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Acordo global sobre clima deve ter força de lei, diz Dilma Rousseff na abertura da COP21

Presidente brasileira defendeu que acordo seja legalmente vinculante e classificou lama no rio Doce como 'maior desastre ambiental da história do Brasil'

Em discurso na abertura da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21) nesta segunda-feira (30/11) a presidente brasileira, Dilma Rousseff, defendeu que o acordo global sobre o clima seja legalmente vinculante, ou seja, que tenha valor de lei para os países signatários.

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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Crise: pré-sal, Irã e juros azedaram relação com EUA, diz professor da UFABC

Entrevista com Giorgio Romano

Iniciativas brasileiras desagradaram a comunidade financeira internacional. E setores políticos internos, observando os ventos que vinham (...)

BRASIL DEBATE

A presidenta Dilma Rousseff e o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, durante cerimônia de assinatura de atos, no Palácio do Planalto (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A lição chinesa que o Brasil precisa aprender

A intensificação dos negócios com a China significa risco e oportunidade ao mesmo tempo. É preciso ir além da relação que hoje prevalece e segue o típico padrão Norte-Sul: os chineses nos vendem manufaturados cada vez mais sofisticados enquanto nossas exportações se limitam a produtos primários

Apesar de os laços diplomáticos terem sido reatados em 1974, após o rompimento durante a Guerra Fria, Brasil e China só se aproximaram de fato a partir dos anos 1990. Foi nesta década que a economia chinesa começou a apresentar um dinamismo excepcional e o país se lançou na busca por novos mercados, capitais, tecnologias, […]

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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A crise política e a política externa: saída pela direita?

Dilma deve permanecer, mas enfraquecida cede à elites, e até as relações exteriores do Brasil podem ser afetadas

Ainda que algumas das teorias hegemônicas de Relações Internacionais as desconsiderem, as relações entre a política internacional e a política (...)

OPERA MUNDI

Brasília - DF, 20/08/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia oficial de chegada da Chanceler da República Federal da Alemanha, Angela Merkel. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Dilma e Merkel: parceria estreita em momentos de desgaste

Visita afina os interesses políticos de Brasil e Alemanha para os grandes eventos diplomáticos do ano: assembleia da ONU e reunião mundial do clima, em Paris

Quando as líderes da maior economia europeia e da maior economia do hemisfério sul se encontram, é preciso prestar atenção. Não há meio termo, é imperativo compreender a analisar o encontro bilateral entre Dilma Rousseff e Angela Merkel. A líder alemã veio exclusivamente ao Brasil, chegou na noite de quarta-feira (19/08) e partiu na tarde de quinta (20/08), acompanhada de grande comitiva formada por sete de seus ministros e cinco vice-ministros, além de líderes empresariais. Na pauta, política internacional, economia, meio-ambiente, concerto de discurso e política interna também. De ambas. O saldo final poderá ser visto em dois dos principais eventos internacionais do ano.

BRICS

The Prime Minister, Shri Narendra Modi at the Welcome Ceremony during the BRICS Summit, in Ufa, Russia on July 09, 2015.

BRICS: a Geoestratégia por trás da Nova Geoeconomia

Fortalecimento do grupo é fundamental para que o Brasil mantenha posição de global player

Quando o economista do Goldman Sachs, Jim O´Neill, cunhou, em 2001, o acrônimo BRIC, referindo-se aos megapaíses emergentes Brasil, Rússia, (...)

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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Os dilemas da cooperação internacional brasileira

A falta de clareza estratégica na relação de Brasília com Pequim, Bruxelas e Washington prejudica o País

Os meses de maio e junho foram intensos na política externa do governo Dilma, caracterizada desde 2011 por um baixo perfil. À exceção da crise da (...)

LE MONDE DIPLOMATIQUE BRASIL

Bruxelas - Bélgica, 10/06/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante  II Cúpula UE-CELAC. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

UE deve financiar cabo submarino entre Portugal e Brasil

Projeto pode agilizar e baratear a comunicação digital entre blocos e dificultar espionagem de agências americanas

A segunda reunião de chefes de Estado e de governo da União Europeia e da América Latina e do Caribe (UE-CELAC) terminou nesta quinta-feira em Bruxelas com o sinal verde de investimentos da UE para um projeto que pretende agilizar e proteger a transmissão de dados entre os dois blocos.

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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“Autonomia na Dependência”: A Agência da Política Externa

Este, como deve ser do conhecimento de todos, é o título do livro de Gerson Moura publicado em 1980. Nos primórdios da disciplina de Relações Internacionais no país, Gerson Moura escreveu um dos (...)