quarta, 28 de junho de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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BRASIL-EUA

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Brasil e Estados Unidos: livre comércio à vista?

Trump vem aí, e Temer e Serra buscam inserir o Brasil no cenário internacional de uma forma subordinada

Em 7 de dezembro, ocorreu a 34ª reunião plenária do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos (Cebeu). Fundado em 1976, o Cebeu é o (...)

ESTADOS UNIDOS

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Qual será a política comercial de Trump?

O novo ritmo dos Estados Unidos no comércio internacional cria uma janela de incertezas, inclusive para o Brasil

Se, até a eleição nos Estados Unidos, uma pergunta desafiadora às estratégias de comércio do Brasil era sobre os impactos (...)

NUSO

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O que há de novo, Donald?

Quais poderão ser os impactos da política exterior de Trump para a América Latina?

Existem quatro grandes tradições de política exterior nos Estados Unidos. Cada uma delas está associada com proeminentes figuras históricas da política norte-americana. Assim, a tradição jeffersoniana deve sua denominação ao ex-presidente (...)

NUSO

alunida

A América Latina não é Chapeuzinho Vermelho

Analisar os processos de integração regional a partir das prioridades estadunidenses não é a única nem a mais importante variável para entender o auge e o declínio dos processos políticos na região

Nos últimos meses, a Organização dos Estados Americanos (OEA) parece haver recobrado seu protagonismo como espaço para tratar os conflitos regionais. Por exemplo, as intervenções do secretário-geral Luis Almagro sobre a situação na Venezuela obrigaram os Estados da região a ativarem suas diplomacias para discutir o tema no seio do organismo. Soma-se a isso o pedido de explicações da instituição interamericana ao governo de Michel Temer sobre o processo de impeachment a Dilma Rousseff (pedido feito, ademais, a instâncias do Partido dos Trabalhadores).

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

Hangzhou / China - Presidente Michel Temer durante encontro com o presidente da República popular da China, senhor Xi Jinping, na casa de hospedes oficial do Lago Oeste. (Beto Barata/PR)

O Dissenso de Washington e a política externa de Temer e Serra

Entre as mudanças na orientação da política externa brasileira está o redirecionamento para a tradição de alinhamento com os EUA

A nova política externa brasileira (PEB), alçada à opulência pelo chanceler (...)

ELEIÇÕES EUA

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Hillary Clinton: desunidos venceremos?

Com discurso de unidade e amor, a candidata luta para conquistar os corações e os votos dos insatisfeitos em seu próprio partido e dos indecisos

Símbolo da independência dos Estados Unidos, Filadélfia foi o palco da (...)

ALAINET

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O novo Plano Condor neoliberal

As mudanças ocorridas na América Latina vão além das crises dos governos progressistas. A influência dos Estados Unidos mostra sinais de retorno, não mais pela via armada, mas pela comunicação

Assim como nas décadas de 1970 e 1980 teve lugar um Plano Condor – que era uma operação de coordenação criminal e apoio mútuo entre as ditaduras do Cone Sul do continente americano sob supervisão da CIA para assassinar, espiar, vigilar, sequestrar, torturar e transportar pessoas ilegalmente entre os países, relegando fronteiras, soberanias e direitos nacionais – hoje América Latina sofre um novo “Plano Condor” para reimplantar o neoliberalismo. Aquele Plano Condor foi uma das diversas operações realizadas dentre as ditaduras militares no Cone Sul americano para aplicar a teoria de Segurança Nacional dos Estados Unidos e deixar os povos presos a regimes terroristas de Estado, alegadamente para combater o perigo do comunismo.

AMÉRICA DO SUL

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Novo ciclo político na América do Sul impacta a segurança regional

Acordos entre Macri e Obama são marcados pela cooperação militar para o combate ao narcotráfico e ao terrorismo na Tríplice Fronteira

As instituições não pairam no ar. A máxima utilizada para demonstrar que (...)

CONFLITOS RACIAIS

Protesters take to the streets to bring attention to the push for justice in the Trayvon Martin case as they take over Rodeo Drive on July  17, 2013 in Beverly Hills, California. (Photo by Jose Lopez)

Desigualdade social e discursos xenófobos alimentam os conflitos raciais nos EUA

A base material dos conflitos raciais é a profunda desigualdade social que separa brancos de negros, tendo o racismo como base simbólica

Os conflitos raciais nos EUA expõem a trinca de uma sociedade dividida em (...)

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A OTAN tem um jeito bastante peculiar de demonstrar que não quer uma nova Guerra Fria

No primeiro dia da cúpula da OTAN, críticos condenam "o novo e perigoso plano" para provocar a Rússia e a destacada presença militar nas suas fronteiras

No primeiro dia do encontro da OTAN no último final de semana em Varsóvia, Polônia, o secretário-geral da OTAN Jens Stolnenberg assegurou ao público, "Nós não queremos uma nova Guerra Fria. A Guerra Fria é história e deveria continuar como tal." Contudo, Stolnenberg pareceu simultaneamente desafiar essa declaração quando também anunciou que a "força de reação" da OTAN é atualmente três vezes maior em relação ao período da Guerra Fria - mais aumentos e receia-se que as recentes bravatas da OTAN levem a um grande conflito com a Rússia.