tera, 21 de novembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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Serra e o servilismo na política externa

Com o tucano, ressurge a visão conservadora, travestida de moderna e pragmática, de um Brasil inevitavelmente dependente

No discurso de transmissão do cargo de ministro das Relações Exteriores ao (...)

ELEIÇÕES EUA

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Eleições nos EUA: o que muda pós Orlando?

No debate eleitoral dos EUA pós-Orlando, a disputa entre o 'exemplarismo' de Trump e o 'cruzadismo missionário' de Clinton

Após o atentado do penúltimo final de semana, nos Estados Unidos, o debate eleitoral ganhou novo impulso. Com o encerramento do período de prévias, (...)

LA JORNADA

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Um Novo Bretton Woods

Na ausência de um sistema financeiro internacional convoca-se um novo Bretton Woods com a certeza de que continuará servindo ao 1%

As previsões sobre um agravamento da crise capitalista mundial tornam-se frequentes. Discorrem sobre o tema diversos “especialistas” de países desenvolvidos, assim como a OCDE e o FMI. Claro, no caso das instituições internacionais não são estas as palavras (agravamento do capitalismo mundial), mas apenas “diminuem as expectativas de crescimento”.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) concede entrevista.Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Golpe de Estado no Brasil e retrocesso de Washington na América Latina

Ou os motivos de Serra ser o tipo de pessoa que Washington tão desesperadamente gostaria de ver a cargo da política exterior do Brasil

Está claro que o Poder Executivo do governo dos Estados Unidos favorece o golpe de Estado em curso no Brasil, apesar de haver tido cuidado ao evitar qualquer respaldo explícito. A primeira amostra foi o encontro entre Tom Shannon, o funcionário número 3 do Departamento de Estado dos EUA, e quem sem dúvidas está encarregado de manejar esta situação, junto ao senador Aloysio Nunes, um dos líderes do processo político contra a presidenta Dilma Rousseff no Senado brasileiro, dia 20 de abril. Mediante a celebração desta reunião apenas três dias após a Câmara ter votado a favor da destituição da presidenta Rousseff, Shannon envia um sinal aos governos e diplomatas em toda a região e ao mundo de que para Washington o processo é mais que aceitável. Nunes lhe devolveu o favor ao liderar um esforço (sendo o presidente do Comitê de Relações Exteriores no Senado) para suspender a Venezuela do Mercosul.

OUTRAS PALAVRAS

Brasília- DF- Brasil- 01/10/2015- Manifestantes jogam patos de borracha no espelho d·água do Congresso Nacional em protesto ao aumento de impostos: Não vou pagar esse pato.Foto: Lucio Bernardo Jr./ Câmara dos Deputados

O Brasil no epicentro da Guerra Híbrida

A marcha em direção à Guerra Híbrida é basicamente sobre a mobilização de algumas famílias ultra ricas, da compra de grandes parcelas do Congresso e do controle dos meios de comunicação

Revoluções coloridas nunca são demais. Os Estados Unidos, ou o Excepcionalistão, estão sempre atrás de atualizações de suas estratégias para perpetuar a hegemonia do seu Império do Caos.

PORTAL VERMELHO

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Alca: quando a América Latina encerrou a solidão de um século

Em 2003 Joseph Stiglitz escreveu um artigo muito contundente: “façam o que nós fazemos, não o que nós decidimos que façam”. Os Estados Unidos prosperaram defendendo seu mercado, sua indústria e seu campo. Tem, além disso, a moeda que desde 1973 representa o câmbio mundial. O leão pediu às gazelas que não corram e não busquem refúgio em territórios diáfanos.

Os Estados Unidos marcou, a partir desta data, onde certificaram a morte do “keynesianismo”, o principal programa do neoliberalismo: privatizações de empresas e serviços públicos, desregulação (especialmente financeira e trabalhista) e abertura de fronteiras para mercadorias, serviços e dinheiro. Não para as pessoas, que só circulariam livremente quando fosse necessário aumentar a oferta de trabalhadores para baixar os salários (o tal exército de reserva sobre o qual falou o barbudo de Tréveris).

OUTRAS PALAVRAS

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O fantasma do Ultra-capitalismo

Três acordos globais de comércio, negociados em sigilo, ameaçam direitos sociais, ambiente e próprio sentido da democracia. Que são e como afetam o Brasil

1.Sobre salas blindadas e seus segredos Num texto publicado há dias, por Outras Palavras, o sociólogo Michel Löwy expõe, em termos teóricos, a crescente tensão entre a voracidade do capitalismo e a fragilidade da democracia, acossada por um sistema que deseja reduzir todas as relações sociais a mercadoria. Para um exemplo concreto, considere este relato, […]

LE MONDE DIPLOMATIQUE BRASIL

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Nosso norte é o Sul

A consolidação da América do Sul como espaço estável e de integração é prioritária para a política externa brasileira. Na sequência, enfatiza-se a necessidade de fortalecimento da relação com os Brics, a África, os Estados Unidos e a União Europeia, nessa ordem

  Partidos, eleições e política externa O segundo mandato de Dilma Rousseff se iniciou depois de uma eleição em que os temas internacionais apareceram de forma subsidiária no debate – em geral, dentro de um discurso anacrônico de alguns candidatos, calcado na recuperação do imaginário de Cuba como o inimigo comunista da Guerra Fria. Questionou-se […]

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA

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Os dilemas da cooperação internacional brasileira

A falta de clareza estratégica na relação de Brasília com Pequim, Bruxelas e Washington prejudica o País

Os meses de maio e junho foram intensos na política externa do governo Dilma, caracterizada desde 2011 por um baixo perfil. À exceção da crise da (...)

AMÉRICA LATINA

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante a Cúpula das Américas no Panamá. Foto: Ministerio de la Presidencia.

Atacam a Venezuela para dividir a América Latina

Entrevista com Sergio Rodríguez Gelfenstein.

Ao final de sua viagem à China, Sergio Rodríguez Gelfenstein passou uma semana em Buenos Aires e realizou reuniões com diversas instituições. No encontro com a Página/12, o pesquisador venezuelano deu uma (...)