Monday, 24 de September de 2018

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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INTEGRAÇÃO REGIONAL

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O golpe parlamentar e os (des)caminhos da integração regional

Quais serão as consequências das mudanças de governos na região para a integração regional da América do Sul?

Quais podem ser os desdobramentos do golpe parlamentar no Brasil para a integração regional da América do Sul? Como a nova direita que está chegando ao poder em vários países da região pretende levar adiante uma reaproximação com os Estados Unidos?

AMÉRICA DO SUL

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Novo ciclo político na América do Sul impacta a segurança regional

Acordos entre Macri e Obama são marcados pela cooperação militar para o combate ao narcotráfico e ao terrorismo na Tríplice Fronteira

As instituições não pairam no ar. A máxima utilizada para demonstrar que (...)

AMÉRICA DO SUL

O empresário Mauricio Macri, 56 anos, é o novo presidente da Argentina. Atual prefeito de Buenos Aires, ele é ex-presidente do clube Boca Juniors e líder de uma frente de centro-direita opositora do atual governo de Cristina Kirchner. Macri foi eleito neste domingo (22), na primeira vez na história do país em que uma eleição presidencial foi decidida no segundo turno, e vai governar por quatro anos. Ele irá assumir a presidência no dia 10 de dezembro deste ano.

América do Sul: uma guinada à direita?

Entrevista com André Calixtre

“Não é mais possível ignorar as classes populares. Então, todo o processo de mudança radical na política, dentro de uma democracia, terá de considerá-las”, diz o economista.

ARGENTINA

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A faceta externa do novo governo argentino

Susana Malcorra, apontada por Macri como ministra do Exterior, deve liderar o “reaparecimento” da Argentina no plano internacional

O momento na Argentina é de expectativa de que haverá mudanças (...)

OUTRAS PALAVRAS

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Na eleição argentina, encruzilhada da América do Sul

Projeto dos governos Kirchner mostra seus limites. Conservadores avançam e podem vencer segundo turno. Seria um desastre para toda a região

O resultado do primeiro turno das eleições presidenciais na Argentina, em 25/10, não foi um raio em dia sereno. Um difuso mas penetrante mal estar social já vinha se instalando na sociedade, em meio à crise geral do capitalismo, devido às restrições econômicas impostas à Argentina com o esgotamento do boom das commodities, e à tenaz ofensiva midiática para desestabilizar o governo. Era apenas questão de tempo para que esta situação se expressasse no terreno eleitoral. Já nas eleições primárias, realizadas em 9 de agosto, havia um sinal de alerta, mas que não foi percebido e nem analisado pelos apoiadores do governo com o rigor requerido pelas circunstâncias. Prevaleceu uma atitude que, para sermos benévolos, poderíamos qualificar como “negacionista”, em que a autocrítica e a possibilidade de fazer correções estiveram ausentes. As consequências, estamos hoje lamentando