quarta, 28 de junho de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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TRUMP

Presidente Michel Temer durante encontro com Presidente da República Argentina, Mauricio Macri (Olivos - Argentina 03/10/2016)

O Brasil e o Mercosul perdidos na Era Trump

Como reagir a um presidente que despreza a América Latina? Temer e Macri, que sonhavam com as asas de Washington, estão desconcertados. E a esquerda?

O período mais recente da conjuntura internacional foi marcado por enormes (...)

MERCOSUL

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O Mercosul frente a ascensão da direita na América Latina

entrevista com Gilberto Maringoni

Durante reunião extraordinária dos chanceleres do bloco realizada em 14 de dezembro de 2016, a Argentina assumiu presidência pro tempore do Mercosul, posição que corresponderia à Venezuela caso esta não tivesse (...)

INTEGRAÇÃO REGIONAL

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O golpe parlamentar e os (des)caminhos da integração regional

Quais serão as consequências das mudanças de governos na região para a integração regional da América do Sul?

Quais podem ser os desdobramentos do golpe parlamentar no Brasil para a integração regional da América do Sul? Como a nova direita que está chegando ao poder em vários países da região pretende levar adiante uma reaproximação com os Estados Unidos?

CELAG

Mitad del Mundo - Equador, 27/01/2016. Presidenta Dilma Rousseff durante Sessão de abertura da IV Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos - CELAC. Foto: Rafael Carlota/PR

A integração regional em disputa

A alteração na correlação de forças, ausência de instituições de caráter supranacional e falta de complementaridade produtiva marcam o retrocesso da integração regional na América Latina.

Algumas semanas atrás escrevi sobre como a América Latina havia sido convertida na principal região na construção da multipolaridade no Sistema Internacional. Nesta construção, sem dúvida alguma, as novas orientações políticas e econômicas que emanavam do que vinhamos denominando como regionalismo pós-neoliberal possuíam um papel fundamental. Estes processos de integração deviam ajudar a consolidar as grandes mudanças políticas, econômicas e sociais ocorridas durante a última década. No entanto, podemos observar que durante o último ano, os processos de integração regional e concertação política surgidos da orientação política na região durante a última década e meia, também estão em disputa.

ALAINET

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Mercosul: do Consenso de Buenos Aires ao Consenso de Assunção

O impasse sobre a presidência do Mercosul foi apenas o primeiro passo para a consolidação de uma estratégia mais robusta sob o signo da restauração conservadora

Em outubro de 2003, em Buenos Aires, ocorreu um encontro entre Néstor Kirchner e Lula que culminou na formatação do mapa de integração sul-americana e do Mercosul pelos dez anos seguintes. O resultado desta reunião conhecida como "Consenso de Buenos Aires" desencadeou uma agenda política regional de signo progressista e articulada em lideranças políticas regionais incontestáveis, atualmente ausentes.

Carta Capital

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A encruzilhada de um Mercosul sem consenso

Mais que uma crise econômica e política, o Mercosul passa por uma crise de democracia, que desafia governos e organizações a dialogar sobre os caminhos que o bloco tomará

Sem se valer de teorias e conceitos, de forma simples, entende-se que consenso é quando duas ou mais partes chegam a um ponto em comum, numa determinada negociação sobre algum tema.

NUSO

MON101. MONTEVIDEO (URUGUAY), 01/07/2016.- Representantes de los movimientos sociales del Mercosur participan hoy, viernes 1 de julio de 2016, en la XX edición de la Cumbre Social, que se desarrolla en Montevideo (Uruguay) durante dos días, donde manifestaron, a través de una declaración, su apoyo al Gobierno de Dilma Rousseff en Brasil y Nicolás Maduro en Venezuela e hicieron un llamado a una mayor integración. EFE/Raúl Martínez

Velhas diferenças, novas etapas: O Mercosul em debate

A crise do 'ciclo progressista' na América Latina tem afetado também o processo de integração regional. O Mercosul não é exceção. E os problemas de fundo da integração no Cone Sul deixam muitas incertezas quanto ao seu futuro

"O Mercosul agora tem fronteiras com a França e com os Estados Unidos, através do nosso Mar do Caribe, e possui a maior reserva de petróleo do mundo. E, como se fosse pouco, ainda tem samba, joropo e tango", disse o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez no fechamento da cerimônia na qual, em julho de 2006, era selada a incorporação de seu país ao Mercado Comum do Sul (Mercosul). Naqueles dias, o bloco regional parecia viver uma nova primavera por meio da renovação nos representantes eleitos nos diversos Estados e um novo impulso para a integração. Dez anos mais tarde, o panorama parece ter sido modificado substancialmente. O bloco encaminha-se para uma nova etapa, ditada, uma vez mais, pelas mudanças nos governos dos países membros. Ainda que o tom das discussões atuais pareçam elevados e as diferenças, irreconciliáveis, as divergências são uma constante em toda a história do Mercosul, que forjou sua debilidade no marco internacional.

ALAINET

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A crise da democracia no Mercosul: legalidade, confabulações e mentiras

Hoje sopram ventos de violação da democracia, instabilidade e pressões internas e externas para um realinhamento para a direita no bloco

O Mercosul caminha cambaleante para o final deste mês, quando a Venezuela deveria receber do Uruguai a presidência pro tempore do organismo de integração regional, tal como estabelecem os (...)

AMÉRICA DO SUL

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Novo ciclo político na América do Sul impacta a segurança regional

Acordos entre Macri e Obama são marcados pela cooperação militar para o combate ao narcotráfico e ao terrorismo na Tríplice Fronteira

As instituições não pairam no ar. A máxima utilizada para demonstrar que (...)

ALAINET

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Mercosul: O problema é o Brasil e a vendetta paraguaia, não a Venezuela

Adiar a passagem da presidência pro tempore para a Venezuela desrespeita duplamente o Tratado de Assunção

O chanceler interino do Brasil, José Serra, exigiu em Montevidéu ao presidente uruguaio Tabaré Vázquez, e ao seu chanceler Rodolfo Nin Novoa, suspender a passagem da presidência pro tempore do Mercosul para a Venezuela.