quinta, 23 de novembro de 2017

Brasil no Mundo

Contribuições para a Política Externa Brasileira

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ALAINET

29/06/2016 - Bruxelas, Bélgica - Reunião entre 27 estados membros da UE para definir futuro do bloco após saída do Reino Unido. Foto: European Council

Como o Brexit afeta a América Latina?

O Brexit não afeta diretamente a América Latina, mas supõe uma transformação global de impactos inevitáveis que não pode ser ignorada

Com a divulgação do resultado do Brexit, as consequências na América Latina não tardaram em se manifestar. O valor da bolsa no Brasil caiu, o peso argentino se desvalorizou, houve ajustes no México e os habitantes das Malvinas expressaram sua preocupação. Como então o Brexit afeta a América Latina?

NODAL

Britain's Prime Minister David Cameron gestures as he delivers a speech at the Aberdeen Exhibition and Conference Centre in Aberdeen, Scotland September 15, 2014.  Cameron appealed to Scots' emotions on his last visit to Scotland before this week's historic referendum by warning them on Monday that a vote to leave the United Kingdom would be irreversible. The referendum on Scottish independence will take place on September 18, when Scotland will vote whether or not to end the 307-year-old union with the rest of the United Kingdom.        REUTERS/Dylan Martinez (BRITAIN  - Tags: POLITICS ELECTIONS)   - RTR46BRY

Adeus ao TLC Mercosul-UE, com uma ajudinha do Brexit

Embora o Brexit não signifique desastre econômico ou comercial para a América Latina ou o Mercosul, alguns efeitos já podem ser sentidos na região.

Na semana passada, para a maioria dos membros do Mercosul, sua atração com a União Europeia (UE) passou de uma grata aventura para o sabor do trago amargo de um coquetel composto de decepção, desdém e incertezas.

MERCOSUL

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Os 25 anos do MERCOSUL e a Política Externa Argentina

Mesmo entre marchas e contramarchas, o Mercosul é espaço essencial para a projeção de interesses e objetivos da política externa argentina

Existe pouca margem de dúvida para afirmar que o MERCOSUL é o projeto mais relevante de política externa no qual a Argentina se engajou nas últimas décadas.

MERCOSUL

Assunção-Paraguai, 21/12/2015. Presidenta Dilma Rousseff  durante a XLIX Cúpula dos Estados Partes do Mercosul e Estados Associados. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Mercosul: o que vem agora?

O Mercosul corre um sério risco de tornar-se apenas uma via livre para a estratégia das multinacionais e seu futuro depende do percurso político no Brasil.

A tentativa de golpe no Brasil desencadeou um processo que ameaça (...)

NODAL

Viagem do Ministro das Relações Exteriores a Buenos Aires
Visita do Ministro das Relações Exteriores José Serra a Buenos Aires.
Foto: Embaixada do Brasil em Buenos Aires / MRE
23/05/2016

O futuro do Mercosul

O retorno à subordinação aos centros de poder é uma certeza frente a este Mercosul desideologizado, despolitizado e debilitado.

O Mercosul vive uma mudança de etapa. A vitória de Mauricio Macri na Argentina, a suspensão de Dilma Rousseff no Brasil, o perfil das novas autoridades brasileiras e a crise na Venezuela pintam um panorama complexo para um dos mais importantes blocos políticos, econômicos e comerciais da última década.

NODAL

Caracas (Venezuela), 12 de junio 2013. En el Banco Central de Venezuela, El Canciller de Venezuela, Elías Jaua, dio inicio a la I Reunión del Consejo de Ministros del Banco del Sur. El Canciller del Ecuador, Ricardo Patiño, también ofreció unas palabras, seguido por el Ministro de Finanzas de Venezuela, Nelson Merentes. Asitió la Presidenta del Banco Central de Venezuela, Edmée Bentancourt y el Ministro de Finanzas del Ecuador, Fausto Herrera. Foto: Fernanda LeMarie - Cancillería del Ecuador.

O Mercosul volta às suas raízes

Mais do que articulações de fora, o principal fator para a falta de concretude da integração regional foi a falta de vontade política dos governos sul-americanos

Ao completar seus 25 anos, o bloco regional volta a se aproximar das lógicas livre cambistas com as quais nasceu, após uma década na qual não conseguiu deixar sua marca indelével.

AMÉRICA LATINA

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O impeachment e o realinhamento neoliberal na América Latina

Se juntos possuem mais força, separados os países latino-americanos ficam à mercê dos interesses dos mais poderosos

A ser votado até o próximo dia 17 de abril, o impedimento da presidenta Dilma (...)

OPERA MUNDI

mercosur

Mercosul completa 25 anos com desafio de superar novo momento de estagnação

Projetos de integração só serão retomados e revitalizados se a esquerda sul-americana for capaz de derrotar a ofensiva das elites locais e do imperialismo, diz professor da UFABC

O dia 26 de março de 1991 já mostrava um mundo unipolar e globalizado após a queda do muro de Berlim e da União Soviética. Nesse dia, em Assunção, Brasil, (...)

MERCOSUL

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A maturidade democrática: o Mercosul aos 25

É neste momento que mais se precisa defender o bloco, inclusive com a aplicação de suas regras sobre um de seus membros fundadores, o Brasil

Nas últimas semanas, algumas declarações chamaram a atenção no quadro (...)

CARTA MAIOR

MIA10. NUEVA YORK (NY, EE.UU.), 24/11/2015.- Fotografía de archivo de la Organización de Naciones Unidas fechada el 25 de marzo de 2010 y donde aparece Susana Malcorra, actual jefa de Gabinete del secretario general de las Naciones Unidas, Ban Ki-moon. El presidente electo argentino, Mauricio Macri anunció hoy, martes 24 de noviembre 2015, que Susana Malcorra será la canciller de su Gobierno. EFE/Devra Berkowitz/ONU/SOLO USO EDITORIAL/NO VENTAS

Um sinal de apoio do Mercosul ao Brasil

A chanceler argentina revelou os contatos entre chanceleres e a possibilidade da reunião, "apoiamos a presidenta Dilma, que foi eleita democraticamente"

Os chanceleres dos países que integram o Mercosul emitirão uma mensagem conjunta para dar “um sinal de apoio institucional” à presidenta do Brasil, Dilma Rousseff. A ministra de Relações Exteriores, Susana Malcorra, anunciou ontem que “nas próximas horas” poderia se concretizar uma reunião, e esclareceu que se está avaliando realizá-la antes da chegada do presidente (dos Estados Unidos, Barack) Obama, ou talvez por meio de uma teleconferência, para produzir “um sinal de apoio institucional” diante da crise política que o governo de Dilma enfrenta. “Estamos monitorando a situação”, confirmou o chanceler uruguaio Rodolfo Nin Novoa, encarregado da presidência pro tempore do bloco.